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Investir sem sucumbir ao impulso

Todo e qualquer investimento depende de um período de maturação. A ânsia de realizar o lucro tende a atrapalhar o investidor que opera em mercados de renda variável. Abaixo reproduzimos uma matéria do Portal do Investimento sobre a questão:

Saiba investir sem ser movido pelo impulso


Manter calma na tomada de decisões e na espera pelo rendimento asseguram contra possíveis perdas

Quem investe no mercado acionário provavelmente já conheceu um aplicador que viu o dinheiro virar pó. Ser movido pelo impulso de aproveitar o momento do mercado sem a visão de longo prazo desfavorece a possibilidade do investidor de obter ganhos. A destreza de tomar as decisões mais assertivas são algumas das orientações de profissionais de instituições voltadas à educação financeira.

O professor da Investeducar Márcio Rodrigues comenta que alguns aplicadores pensam que a bolsa funciona como um jogo. “Investir na bolsa tem que ser uma ação planejada, gradual, sem ser por impulso”, recomenda. Há cerca de dois anos no mercado, a empresa recebe diferentes perfis de pessoas interessadas nos cursos, que têm duração de quatro a dez horas.

Em geral, Rodrigues diz que aqueles que participam dos cursos não atuam na área e, por isso, procuram alguma base, tanto em finanças pessoais como na bolsa de valores. Alguns já poupam e querem se preparar para aplicar no mercado acionário enquanto outros querem aprender melhor como gerenciar as contas de casa.

Sobre as aulas de finanças pessoais, o professor da instituição diz que é notável o número de casais de até 30 anos interessados em planejar o futuro. Já o curso sobre investimento em ações, há pessoas mais velhas, com o objetivo de garantir uma reserva mais rentável para não se preocuparem com o avanço da idade. Além deles, também há jovens que se apresentam mais ousados em obter ganhos maiores, mas visam adquirir segurança.

Até as cenas dos próximos capítulos...

Texto original: http://portaldoinvestimento.terra.com.br/noticias/educacao-5/saiba-investir-sem-ser-movido-pelo-impulso-63. Acesso em 25/11/2010.
Imagem: http://jrholanda.files.wordpress.com/2009/04/bovespa.jpg?w=482&h=425. Acesso em 25/11/2010.
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Como usar o 13º

Décimo terceiro caindo na conta e aí vem a questão: qual a melhor forma de usar essa grana? Um video muito bom da TV BVMF dá boas dicas. Aproveite!



Até as cenas dos próximos capítulos...
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Compra Coletiva: a nova moda

A internet não pára de surpreender e agora a grande febre é a Compra Coletiva. A coisa é simples. Você se cadastra em algum (ou alguns) sites que atuam nessa área e a partir daí poderá utilizar as ofertas feitas pelos anunciantes, pagando bem menos por alguns itens, de acordo com algumas regras.

A lógica do negócio é a seguinte: o site ganha uma comissão pela divulgação das ofertas, enquanto aumenta a demanda dos anunciantes que apostam na fidelização do cliente e/ou aquisição de outros itens ao preço de mercado.

Uma interessante matéria do Jornal da Globo mostra como funciona e postamos o vídeo abaixo. Aproveite para dar sua opinião e compartilhe suas experiências conosco!




Abaixo, atualizando alguns links deste tipo de site:



ClubeUrbano



Até as cenas dos próximos capítulos...
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Nem tudo que reluz é ouro

O IBGE divulgou a PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – e, junto com ela, a mídia “tradicional” aproveitou para fazer aquelas comparações sensacionalistas que garantem os pontos no IBOPE. A questão amplamente divulgada (ou, pelo menos, assinalada) foi o aumento da telefonia, em especial a móvel, em comparação às informações de acesso ao saneamento básico e rede de água potável, estas últimas apresentaram crescimento modesto.

Aos que queiram acessar a Pesquisa o site do IBGE fornece ampla base de dados, mas preferiremos aqui tratar da divulgação destes dados pela imprensa.

Ao noticiar o avanço da telefonia nas residências brasileiras, intensamente fizeram uso de uma análise enviesada, contrapondo a oferta destes serviços antes, quando ainda estavam sob os mandos estatais, e o depois, quando da privatização dos serviços. Fizeram questão de frisar que, naqueles tempos, o telefone era um bem, com ações negociáveis, cuja aquisição demorava bastante tempo e, em boa parte das vezes, demandando algum tipo de ágio. Tentam evidenciar a ineficiência estatal e, nas entrelinhas, reforçam o discurso neoliberal de privatização, onde, segundo seus defensores, o Estado deveria se preocupar apenas com os tais bens públicos puros, sejam estes defesa, justiça e segurança pública.

No entanto, não podemos confundir universalização com eficiência. É notório que o acesso aos serviços foi facilitado, proporcionando simplicidade ao processo de aquisição de uma linha telefônica sob custos bem menores do que os praticados quando o serviço era estatal. De maneira análoga, podemos reclamar aos quatro ventos, mas o SUS, por exemplo, é universal. Ou seja, qualquer cidadão brasileiro, portando um documento de identificação, pode acessar as unidades de saúde.

Seguindo esta linha de pensamento, os serviços de telefonia ficaram mais acessível e baratos, mas falta uma variável interessante: a qualidade. As companhias telefônicas são as campeãs em reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, além de praticar tarifas extremamente elevadas. Além disso, mesmo sob o falatório de alguns, que juram por tudo que é mais sagrado que deixando o serviço na mão do “mercado” a competição se encarregaria de otimizar e maximizar o serviço, observamos a existência de uma tendência de concentração de mercado – também verificado em boa parte do sistema capitalista -, deixando o consumidor na mão de monopólios, duopólios ou oligopólios, na melhor da opções. Logo, em última instância, tivemos uma quebra do monopólio estatal, mas favorecemos a concentração privada.

As empresas que compraram o sistema durante as privatizações adquiriram uma “galinha dos ovos de ouro”, contando com uma rede já instalada, sem arcar com o ônus de “começar do zero”. Por outro lado, os defensores dirão que altos investimentos foram realizados, mas só o foram porque a viabilidade financeira estava garantida, uma vez que a base de clientes já estava consolidada.

Enfim, escrevo essas linhas para lembrá-los de uma frase que um sábio professor que conheci fazia questão de repetir com freqüência: cuidado com o que está nas entrelinhas! Eu, você ou qualquer pessoa, ao colocar seu ponto de vista o faz “embutindo” uma verdade e não necessariamente esta é absoluta. Aliás, já diria um célebre cidadão que “tudo é relativo”.

Até as cenas dos próximos capítulos...
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A Sociedade da Omissão

Em discussão com um colega de trabalho, tratávamos sobre diversos assuntos, entre eles, os níveis de renda da nossa região. Terminado o momento de descontração, fui ao site da SEI - Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, instituição do Governo do Estado da Bahia que publica constantemente dados econômicos sobre nosso Estado, em especial, o nível de emprego.

A partir da PED – Pesquisa de Emprego e Desemprego, disponível aqui – verifiquei que a Região Metropolitana de Salvador (RMS), a terceira do país, conta, atualmente, com uma população estimada de 3.225.000 habitantes, dos quais, 1.867.000 são “economicamente ativos” e muito menos estão ocupados. Até aí, nenhuma novidade, já que Salvador é a capital do desemprego no Brasil.

No entanto, os dados que mais assustaram são os referentes aos rendimentos. Os trabalhadores do Setor Privado têm, em média, rendimentos de R$ 1.168,00/mês, enquanto que os do Setor Público chegam aos R$ 1.903,00/mês, também em média.

Com base em outra série histórica, no mês de Fevereiro/2010, apenas 10%, repito dez por cento, dos “ocupados” ganhavam acima de R$ 2.042,00. Destes, os assalariados (também os mesmos 10%) têm como piso R$ 2.239,00/mês.

Dito de outra forma, 90% da população tem rendimento médio de menos de R$ 2.239,00/mês!

Diante destes dados, minha mente se lembrou do juramento que fiz, quando da minha formatura:

“Perante Deus eu Juro fazer da minha profissão de [...] um instrumento não de valorização pessoal, mas sim utilizá-lo para promoção do bem estar social e econômico de meu povo e minha nação, cooperar com o desenvolvimento da ciência [...] e suas aplicações, observando sempre os postulados da ética profissional.”
Intencionalmente omiti a profissão, pois acredito que seja um juramento equivalente a boa parte dos realizados pelos profissionais das diversas áreas.

Também me lembrei de um pensamento de Hipólito Costa, jornalista que viveu no Brasil Colonial, talvez um dos primeiros do Brasil, que brilhantemente apontava:


"O primeiro dever do homem em sociedade he de ser util aos membros della; e cada um deve, segundo suas forças Phisicas, ou Moraes, administrar, em beneficio da mesma, os conhecimentos, ou talentos, que a natureza, a arte, ou a educação lhe prestou. O individuo, que abrange o bem geral d'uma sociedade, vem a ser o membro mais disticto della: as luzes, que elle espalha, tiram das trevas, ou da illuzão, aquelles, que a ignorancia precipitou no labyrintho da apathia, da inepcia, e do engano." [Hipólito José da Costa – 1774-1823]

Nos preocupamos em blindar carros, criar condomínios FECHADOS, isolar nossos filhos e parentes do contato com a sociedade, tentando comprar uma paz social que está ameaçada pelo abismo econômico que permitimos em nossas realidades. Incrédulos nas mudanças, pois nosso sistema político parece inócuo, simplesmente abandonamos nossa sociedade, assumindo que parece algo sem conserto. Preferimos tratar da nossa vida individual, pressupondo que poderemos viver em feudos modernos, comprando segurança, saúde, etc.

Partindo dos dados apresentados no começo desse post, vamos supor que os 90% que citamos, aproximadamente 2,90 milhões de pessoas, decidam “querer mais” e saíam às ruas vandalizando a propriedade privada, convertendo a opressão em violência, transformando carência em força. Como reagiríamos a essa “guerra civil”? Resolveríamos tudo à bala? Compraríamos proteção de quem?

Precisamos mudar essa sociedade omissa, repensando nosso papel enquanto indivíduos inseridos numa sociedade que pede socorro. Não tenho a pretensão de oferecer respostas definitivas, nem sou capaz de eleger a melhor forma de combatermos essa desigualdade. Mas quero lembrá-los que a “conta” desse descaso virá e o pagamento, provavelmente, será mais alto do que nossas disponibilidades. Devemos meditar, pensar, discutir, interagir, escrever, ler, enfim, dedicar algum esforço para levantarmos possibilidades de redução deste abismo. As eleições estão aí! Nossos futuros representantes têm a possibilidade de intervir, mas não o farão, caso não coloquemos isso como prioridade. Também não devemos ter a ilusão de que uma “canetada” mudará tudo. Precisamos rediscutir nossos valores, buscando maneiras de minimizar essa desigualdade. A mitigação desse problema social é fundamental para que possamos viver de forma mais prazerosa no futuro e, também, já no agora.

Pense nisso: qual será o preço da nossa omissão? Pregamos aqui a busca da vida financeira equilibrada que nos possibilitará curtir o que a vida tem de bom a oferecer. Mas, se nada fizermos nessa outra frente, não creio que de fato seremos “ricos”. Convido você, mais uma vez, a refletir, compartilhar seus pensamentos com seus pares, tentar pensar sobre a possibilidade da sua contribuição para que tenhamos uma vida em sociedade mais harmoniosa.
Até as cenas dos próximos capitulos...
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Pesquisa mostra os supermercados mais baratos do Brasil

O DiárioNet noticiou a pesquisa realizada pela PROTESTE, associação de consumidores, que, pelo sexto ano, apura quais os supermercados que praticam os menores preços em 21 cidades de 15 Estados brasileiros.

A pesquisa contempla dois tipos de cestas de produtos, sendo que considerando a cesta tipo 1, mais completa, com cerca de 104 itens, o ranking ficou da seguinte forma:

Belo Horizonte – Supermercado BH (Liberdade, Jardim América e Carlos Prates);

Brasília – Atacadão (Asa Norte), Super Veneza (Cruzeiro Novo), e Carrefour (Guará);

Campinas – Atacadão (Jardim Santa Genebra), Covabra (Vila Nova) e Carrefour Bairro (Nova Campinas);

Curitiba – Condor (Bigorrilho,e do Bom Retiro) e Mercadorama (Tarumã);

Florianópolis – Big (Capoeiras), Imperatriz (Saco dos Limões e Fátima);

Fortaleza – Atacadão (Aeroporto), Assai (Cambeba) e Carrefour (Joaquim Távora);

Goiânia – Atacadão – (Conj. Vera Cruz), Bretas (Vila Legionários) e Peg e Pag - Vila São Francisco;

Guarulhos – Atacadão (Bela Vista), Esperança (Centro) e Assai (Gopouva);

Jaboatão dos Guararapes – Atacadão (Cajueiro Seco), Batalha (Jardim Jordão) e Leve Mais (Candeias);

João Pessoa – Bemais (Cruz das Armas), Bom a Bessa (Aeroclube) e São João (Centro);

Niterói – Guanabara (Centro), Extra (São Lourenço) e Prezunic (Fonseca);

Porto Alegre – Big (Sarandi), Cavalhada (Camaquã), e Bom (Espírito Santo);

Recife – Makro (Curado), Hiper Bom Preço (Areias) e Lamenha (Ipsep);

Rio de Janeiro - Atacadão (Vicente de Carvalho), Mundial (Barra da Tijuca e da Tijuca);

Salvador – Atakarejo (Parque Bela Vista), Mercantil Rodrigues (Água de Meninos) e Centro Sul (Liberdade);

São Luis – Mateus (Bequimão), Mateus (de Anil e Turu);

São Paulo – Dia (de Pinheiros, de Sapopemba, e do Ipiranga);

Natal – Atacadão (Igapó e Candelária) e Avelino – Potengi;

Olinda – Atacadão (Varadouro), Todo Dia (Caixa D’água) e Extra Bom (Bairro Novo);

Vila Velha – Atacadão ( N. S. da Penha), Epa (Paul ) e Poleto (Vila Garrido);

Vitória – Perim (Mata da Praia), Carone (Jardim da Penha) e Epa (Nazaré).
Para ver a matéria na íntegra, clique aqui. Caso queira visitar o site da PROTESTE, clique aqui. Lá você terá uma série de informações importantes para qualquer consumidor. Boa pesquisa!

Até as cenas dos próximos capítulos...
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Juros extorsivos: 1360% a.a.

Recentemente, o DiárioNet noticiou que uma determinada financeira cobra 1.360% de juros ao ano. Isso mesmo! Não é erro de digitação, nem você leu errado. Trata-se de uma cobrança mensal de juros da ordem de 25,04%. Neste ranking, 96 instituições informaram ao Banco Central as taxas que praticam e, portanto, se lá estão as informações é porque alguém teve a coragem ou a falta de sanidade de pegar dinheiro emprestado a esta taxa.

Após a leitura dessa reportagem, me pergunto se existe alguém tão desesperado a esse ponto ou se se trata de alguém fora de suas plenas capacidades mentais, disposta a pagar um quarto do valor que pegou de juros por cada mês de duração do empréstimo. Ao mesmo tempo que é vergonhoso uma instituição financeira praticar tais taxas, é inaceitável que alguém se sujeite a tal cobrança.

Provavelmente, você deve estar pensando: é alguém em desespero financeiro que precisou do dinheiro de qualquer forma, talvez até em condições de fome ou coisa que o valha. Ainda assim, se o desespero foi a razão pela qual alguém – ou algumas pessoas – aceite tal contrato, isto é efeito e não causa.

A causa, a razão ou o ponto de partida de uma transação destas é o completo descontrole das finanças pessoais, onde provavelmente a necessidade de pegar este dinheiro sob essas condições, possivelmente foi motivada por uma perda de emprego/renda ou um acontecimento gravíssimo.

Alguém que entra numa operação com estes termos, quase que inevitavelmente estará fadada ao inferno financeiro, sem quaisquer condições reais de saldar esta posição e sob sério risco de entrar negativamente para os registros de empresas como SPC e/ou Serasa.

Por mais que boa parte da população tenha níveis tão baixos de renda que poupar torna-se um esforço e tanto, em última instância, outras opções de crédito estão disponíveis com taxas pelo menos não tão extorsivas.

Enfim, esse post tem a função de alertá-los sobre o “fundo do poço” financeiro que alguém pode chegar e como ao assinar um contrato de empréstimo sob essas condições, o indivíduo não faz apenas um péssimo negócio, mas, também, se arrisca a entrar num inferno pessoal.

É vergonhoso que tais taxas sejam praticadas, não existindo qualquer justificativa que as validem, evidenciando a “farra” que nossas autoridades monetárias permitem que as instituições pratiquem, legalizando algo igual ou pior do que a agiotagem.

Portanto, abra o olho! Seu dinheiro não deve engordar instituições gananciosas mesmo que você esteja em condições desfavoráveis na negociação. Pesquise, busque informações na internet, com consultores financeiros, amigos, etc, mas não se sujeite a tais práticas de mercado, pois crédito é uma excelente opção para os momentos de necessidade, mas nessas condições ao invés de ser uma “tábua de salvação”, será uma “âncora” presa ao seu pescoço puxando-o para o fundo do mar do endividamento.

Até as cenas dos próximos capítulos...
 
Veja a matéria na íntegra: http://www.diarionet.com.br/integra.php?id=1612. Acesso em 30/08/10.
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